Rádio Planeta Reggae

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Esse Eu Recomendo


Bob Marley - Music Icons


Diferente de alguns livros que já Li, esse fala de bastidores de shows, ensaios e gravações: Cada título contém uma seleção de aproximadamente 150 fotos, cartazes coloridos e capas de discos algumas delas fotos raras de shows e fotos inéditas para mim até ver o livro, que vem escrito em 3 idiomas, inglês, espanhol e português, um livro recomendadíssimo para os amantes do reggae e principalmente para os críticos conhecerem um pouco mais desse extraordinário artista da música.

Unlike some books I've read, that speaks of scenes of concerts, rehearsals and recordings: Each title contains a selection of about 150 photos, colorful posters and record covers some rare photos of shows and unpublished photos for me to see the book , which is written in three languages, English, Spanish and Portuguese, a book highly recommended for reggae lovers and especially for critics know a little more of this extraordinary artist's music.


                                                                                                             Silvânio Farias

Solano Jacob



Solano Jacob - A Fé e a Razão

Prefácio do Livro.

Tínhamos um sonho, o sonho da pureza total, tudo o que fosse considerado sujo deveria ser eliminado: vírus, bactérias, vermes e parasitas, inclusive qualquer pessoa que viesse a ferir a nossa escolha de sermos limpos. Sujeira é uma palavra que vibra negativamente. Lembra doenças, pobreza, miséria, descaso, abandono e, certamente nós que podemos comprometer o nosso bem-estar nos misturando a ela, precisamos de todos os recursos modernos para combatê-la.
As favelas, por exemplo, são locais de muita criminalidade. Lá vivem pessoas convivendo com muita sujeira, ratos e fezes que boiam nos córregos que passam no fundo de suas moradias. Este é o exemplo de uma das maiores imundices da humanidade e também o maior exemplo da nossa vontade em extirpar todas as pessoas que podem interferir na nossa nobre qualidade de vida. Quem mora em favela já é segregado socialmente só pelo fato de ser favelado, um conceito que já o define como indivíduo. Não importa seu nome ou virtudes que tenha, antes de tudo ele será sempre um favelado. Será uma pessoa suja que para ser aceita por seus semelhantes deverá passar pelo crivo de uma série de instituições como escolas, igrejas, hospitais e prisões, até que ele mesmo possa se convencer de que é necessário tornar-se uma pessoa limpa.
Este sonho não se tornou realidade porque graças ao Universo entrópico, a sujeira não fica quietinha no seu lugar preestabelecido, acaba voltando e, lamentavelmente mistura-se novamente entre todos nós, os agentes da limpeza, sempre reconhecidos entre si pela brancura impecável. Não se pode eliminar uma sujeira inexistente que só incomoda aqueles que se preocupam com o seu próprio umbigo.
Parece que somos livres porque decidimos viver na brancura. Mas nunca fomos tão prisioneiros quanto agora porque somos prisioneiros de nós mesmos. O que vale mais, um futuro seguro e regrado ou um futuro inseguro e sem regras? As incertezas para o amanhã estão deixando o homem desesperado, ninguém se preocupa com o que será legado para as gerações futuras porque nem se sabe se tais gerações existirão. Hoje se paga uma fortuna em seguro de vida, em seguro residencial, em seguro de automóveis, mas o medo ainda persiste. Ninguém pode assegurar nada porque não temos o controle da situação, não temos sequer o controle de nós mesmos.
No contexto de salve-se-quem-puder não há um apoio, um referencial para se guiar, pois ninguém confia mais em seu semelhante. Será que Deus morreu? Será que Nietzsche virou profeta? Este mundo tornou-se um pasto de bois que só conseguem olhar para si mesmos e nunca vão encontrar nada. E quem de fato são os bois? Ora, somos todos nós sem exceção, inclusive este que vos escreve. Diante deste quadro deprimente somos todos autores, somos todos pessoas ainda muito atrasadas no que se refere à vida em sociedade.
Qualquer ser humano capaz de compreender que sua ignóbil lucidez não é a força maior deste Universo sabe também que a vida de um narcisista é uma vida de solidão, a anti-vida. O homem moderno está pendendo para o isolamento. O número de pessoas que moram sozinhas aumenta cada dia mais e as relações humanas se volatilizam. Hoje em dia até pratica-se sexo pela internet com uma câmera e um microfone. O sentimento também está desaparecendo e muitas pessoas procuram os especialistas com uma angústia crônica: acabam seus relacionamentos afetivos e não conseguem sentir nada pelo próximo, nem sequer desprezo. O homem necessita reencontrar a si mesmo, mas o que é preciso para tanto? Livros de auto-ajuda, massagens, terapias orientais, religiões? Na verdade, precisamos menos disso, do que nos enfiarmos no meio da sujeira, aquela que fede e impregna nos cabelos e na pele. Quem sabe no meio dela poderemos encontrar um pouco de sinceridade, esperança, um raio de vida. Não pregava Jesus entre os moribundos, os coxos e os cegos? Não dizia Ele que quem necessita de médicos não são os de boa saúde?
Eu ofereço o presente trabalho a todos os irmãos da grande família humanidade na certeza de que o produzo em retribuição à maior glória que já recebemos: a vida e o amor de Deus. Convido vocês a mergulharem nesta delicada relação entre o Criador e a criatura e os instrumentos utilizados para tanto: a fé e a razão. Não falo da fé na qual o homem julga ser o ser supremo de si, mas daquela que nos liberta da pobreza mental, daquela que nos põe lado a lado com qualquer irmão. A fé que dialoga e se fortalece com a razão em quaisquer circunstâncias da existência.

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Esse eu Recomendo


Bob Marley Por Ele Mesmo

Marco Antônio Cardoso

Este livro-antologia é uma homenagem a Bob Marley — o eleitor, o profeta, o predestinado, o rei mundial do reggae. O reggae, “música dos reis”, como entendia Bob Marley, é um esforço humano de reconstrução da dignidade, do destino e da cultura de um povo. Herói da raça negro. Orfeu guerreiro, pastor da rebelião, Bob Marley, por meio de sua música, denunciou a violência da Babilônia

www.bobmarley.com

Kebra Nagast


Kebra Nagast - ( A Glória dos Reis ) A Verdadeira Arca da Aliança

O Kebra Negast ou Kebra Nagast (ge'ez: ክብረ ነገሥት, kəbrä nägäst), em português Glória dos Reis, é um livro que conta a história lendária da origem da Dinastia salomónica dos Imperadores da Etiópia. Escrita em ge'ez há mais de 700 anos, é considerada por muitos membros da Igreja Ortodoxa Etíope e do movimento Rastafari como uma obra de inspiração divina.
O texto foi redatado por volta do século XIII, na mesma época em que chegava ao trono da Etiópia a dinastia de Salomão, que justificava seu poder com base na tradição bíblica.[1] Narra a história do encontro entre Makeda, rainha de Sabá, com o rei Salomão, de cuja união nasce Menelik, primeiro imperador da dinastia etíope (Negusa Negast, ou "Rei dos Reis").[1] Também conta como a Arca da Aliança teria sido trazida à Etiópia, onde até hoje estaria localizada na Igreja de Santa Maria de Sião, em Axum.

Sinopse

O texto, composto de 117 capítulos, começa com uma assembleia de 318 sacerdotes ortodoxos que discutem em que consiste a grandeza dos reis (cap. 1 e 2). Um certo Gregório começa um relato que se inicia com Adão e termina com a construção da Arca da Aliança por Moisés (cap. 2 a 17). A Arca é, segundo o texto, uma cópia da morada (Sião) de Deus no céu, feita de madeira e coberta de ouro, dentro da qual foram guardadas as Tábuas da Lei (cap 17).
Após alguns comentários dos sacerdotes, toma a palavra o arcebispo Domitius, que conta que encontrou um livro na Igreja de Santa Sofia (Basílica de Santa Sofia) que diz que o mundo pertence ao imperador de Roma (Constantinopla) e ao Imperador da Etiópia (cap. 19). O mesmo arcebispo passa a narrar o ponto principal da obra: a história do encontro entre a rainha Makeda e o rei Salomão, o nascimento do herdeiro Menelik e a vinda da Arca da Aliança à Etiópia.
Makeda, "rainha do Sul", escuta do mercador Tamarim (Tamrin) notícias sobre o glorioso reino do sábio e justo Salomão, e decide viajar a Jerusalém para visitá-lo (cap. 22 a 25). Encantada pela sabedoria do rei israelita, Makeda declara que "de agora em diante não adorarei o sol, mas sim adorarei o criador do sol, Deus de Israel" (cap. 28). Um dia, a rainha decide voltar a sua terra e o rei, grande amante das mulheres, a engana e seduz (cap. 30). Nessa noite, Salomão tem um sonho premonitório em que vê um sol que brilha sobre Israel mudar-se para o sul, até a Etiópia, onde brilha ainda mais intensamente (cap. 30). No dia seguinte Makeda começa sua viagem de volta à sua terra, mas antes recebe de Salomão um anel (cap. 31).


Capela onde estaria guardada a Arca da Aliança, em Axum.
Na viagem à Etiópia, a rainha dá à luz um filho, Menelik (chamado Bayna-Lehkem no livro) (cap. 32). Aos doze anos, o garoto descobre que é filho do rei Salomão, e pede à mãe licença para visitá-lo, mas a rainha não permite, dizendo-lhe "eu sou teu pai e tua mãe, não queiras saber mais!" (cap. 32).
O jovem era formoso e tinha a mesma aparência do rei. Aos vinte e dois anos, já treinado nas artes da guerra e cavalaria, decide novamente visitar o pai. Tanto insiste que a mãe lhe dá permissão, encarregando o mercador Tamrin de guiá-lo na viagem (cap. 33). Para que Salomão reconheça Menelik, Makeda põe no dedo do filho o anel que o rei lhe havia dado em Jerusalém, e pede-lhe que traga um pedaço do manto que cobre Sião (o tabernáculo da Arca da Aliança) como relíquia (cap. 33).
Melenik viaja a Israel passando pela região de Gaza, onde os habitantes o reconhecem como filho de Salomão por sua grande semelhança física com o rei (cap. 34). Ao chegar a Jerusalém, Salomão o recebe com muitas honras, cedendo seu próprio trono para que se sentara (cap. 36). O filho pede um pedaço do manto do tabernáculo e dá o anel ao pai, mas este responde "por que me dás este anel? Já havia descoberto que tu tens minha aparência e és de fato meu filho" (cap. 36). Tamrin transmite uma mensagem de Makeda ao rei, em que a rainha pede que Salomão designe Menelik como rei da Etiópia e o envie de volta. Salomão insiste que Menelik passe a morar com ele em Jerusalém mas, após uma conversa, o filho convence o pai de que tem de voltar a sua mãe (cap. 37).
Salomão decide que Menelik retorne a sua terra acompanhado dos filhos primogênitos de seus nobres (cap. 38). Numa cerimônia em Jerusalém, Menelik é consagrado Rei da Etiópia com o nome de David (cap. 39). Irritados por ter que abandonar sua terra, os jovens nobres roubam a Arca da Aliança, pondo uma cópia de madeira em seu lugar, sem que Menelik soubesse (cap. 45 e 46). Graças à ajuda do arcanjo Miguel, a viagem até a Etiópia é muito rápida, com as carruagens flutuando no ar (cap. 52). Em Gaza, os filhos dos nobres de Israel lhe contam a Menelik que trouxeram a Arca, justificando seu feito como sendo a vontade de Deus, o que deu grande alegria a Menelik (cap. 53). Salomão descobre o engano e, enfurecido, parte com seu exército a seu encalço (cap. 57 e 58), mas Menelik já vai longe e a perseguição fracassa. O rei retorna aos braços da sua rainha, a filha do faraó do Egito, que o convence a adorar os ídolos da sua terra (cap. 64 e 65).
Na capital etíope, Menelik e a Arca são recebidos festivamente pelo povo na capital Dabra Makeda (Axum; cap. 84 e 85), e a rainha Makeda abdica do trono em seu favor (cap 86). O novo rei empreende várias campanhas militares, das quais sempre sai vencedor (cap 94). E assim Domitius conclui sua narrativa dos "manuscritos que encontrei na Hagia Sofia", e os sacerdotes reunidos celebram o fato de que o Kebra Nagast mostra toda a honra que lhe cabe ao Rei da Etiópia em relação aos outros da terra, e como o povo da Etiópia fez por merecer a glória de ter a Arca (Sião; cap. 95). Segue-se uma série de profecias sobre Jesus (cap 96-112) que termina com a profecia de que a Etiópia prevalecerá sobre Roma e que o reino dos judeus em Jerusalém será extinto (cap. 113 a 117).

O Kebra Negast estabelece a dinastia real etíope como herdeira da tradição israelita e teve um papel muito importante na conformação da cultura do país, uma nação cristã cercada pelo mundo árabe islâmico.
Fonte: E.A. Wallis Budge 



Queimando Tudo




Queimando Tudo - A Biografia Definitiva de Bob Marley

Timothy White

Esse é um dos meus livros prediletos, tive o prazer de lê logo no ano de lançamento, nossa quanta perguntas tive que responde, varias pessoa que viam a capa logo questionavam, só por causa do titulo “queimando tudo”.
Queimando Tudo é muito mais do que o simples relato da vida do astro do reggae. O livro traça um panorama da vida na Jamaica, sua política, a história dos movimentos negros no continente, o nascimento do reggae e sua evolução até os dias de hoje. Uma obra fundamental e definitiva sobre um dos maiores artistas do século XX que chega até nós em edição atualizada pelo autor, que faz importantes revelações sobre investigações da CIA, a batalha judicial pelo espólio de Bob e a saga musical de seus descendentes, sem falar em uma discografia básica de reggae e da obra completa de Marley.
Esse livro é mais que recomendado é livro obrigatório para os amantes do reggae e principalmente para aqueles que não gostam e criticam sem saber.