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Grito Cultural Reggae

VEM AI GRITO CULTURAL REGGAE DIA 14 DE SETEMBRO GALERA !! 

Virada cultural 2014

Virada cultural 2014
Programação Reggae 

Encontro das Tribos


Encontro das Tribos

Antecipado (Pista R$ 30,00)
Antecipado (Areá Vip R$ 50,00)

★ MACYEL ROOTS Apresenta:
Maratona Reggae ENCONTRO DAS TRIBOS

Quando, Sábado 24 AGOSTO
Abertura dos Portões ás 21h
Na onde, Internacional Eventos (antiga Philips) Guarulhos/SP

Atrações confirmadas:

✔ CHIMARRUTS
✔ MATO SECO
✔ TRIBO DE JAH
✔ EXPRESSÃO REGUEIRA
✔ LEOES DE ISRAEL
✔ JAH I RAS
✔ RAÍZES QUE TOCAM
✔ FILOSOFIA REGGAE

24/08/2013    21:00    SP GUARULHOS

INTERNACIONAL EVENTOS
Rua João Cavalari, 133

Tribo de Jah


Tribo de Jah no Vale do Anhagabaú centro de São Paulo

Cidade Reggae

CIDADE DO REGGAE - FIRMLY FIGHTING (The Reggae City) 



Projeto Cidade do Reggae entre no facebook e saiba mais.

Jahming Reggae Festival 2


Jahming Reggae Festival 2 

9 de março no campo do Flamengo da Vila Maria

Junior Dread, Solano Jacob, Jah I Ras, Ina Sounds

Profissão MC


 Profissão MC

Profissão MC é um filme de Alessandro Buzo e Toni Nogueira, que tem o Rapper Criolo Doido como protagonista;  100% dos atores são iniciantes. Gravado no Itaim Paulista (Extremo leste de SP).

Profissão MC  traz a história de um Rapper na Periferia que num momento delicado de sua vida,desempregado e com a namorada grávida, recebe duas propostas, uma para entrar no  tráfico de drogas e a outra para seguir apostando no Rap.

Profissão MC é um filme sobre oportunidades, ou falta delas.
Este Filme não Captou um único real para ser produzido e pretende ser exibido em várias comunidades pelo Brasil,onde tiver uma tela.

Profissão MC tem roteiro e argumento de Alessandro Buzo, Diretor desse que é seu primeiro Filme junto ao experiente Toni Nogueira.


Assista no Youtube


O autor de Profissão MC participou do especial que a sãopaulo, revista da Folha, escreveu sobre produção cultural na periferia da cidade. Confira a baixo 

Ponto de Equilíbrio Lança DVD

DVD Ponto de Equilíbrio Teaser Oficial "Juntos Somos Fortes"

 

Morre o percussionista Dino Cerqueira

Morre o percussionista Dino Cerqueira, ex-integrante da banda Adão Negro!



Morreu na noite desta terça-feira(31), em Salvador, o conhecido percussionista baiano Dino Cerqueira, que acompanhou a banda Adão Negro desde os primeiros anos da banda (1997) até chegar ao sucesso, quando teve que se afastar, em 2009, "devido aos graves problemas de saúde", de acordo com o guitarrista Duda Spínola. Para Duda, o amigo, que está sendo sepultado nesta quarta-feira (1º), às 17h, no cemitério Quinta dos Lázaros, era uma pessoa divertida e companheira. 

"Sempre que estamos juntos lembramos de bons momentos com ele e rimos. A lembrança que fica é de uma pessoa alegre", afirma Duda Spínola, por telefone.


De acordo com os músicos da Adão Negro, nos últimos 18 dias Dino estava internado no Hospital do Subúrbio. "Estão todos bastante abalados", diz o guitarrista Duda Spínola.



"Ele faleceu, em decorrência mesmo dos problemas cardíacos que o deixaram bastante debilitado, desde o último infarto que ele teve em 2008. O primeiro tinha sido em 2004 quando a banda morava em São Paulo, esse tinha sido mais brando, e ele se recuperou mais rapidamente, já esse último foi mais severo, ele se recuperou com mais lentidão, ficou com algumas sequelas, e sobreviveu até ontem", lamenta Duda. 



Em julho de 2005, o Surforeggae teve o prazer de acompanhar a banda em Curitiba (PR), onde se apresentou com a banda Hastaii e Andrew Tosh. Lá os momentos de descontração eram liderados por Dino. Com bastante vivência, uma boa conversa era sempre bem vinda. A equipe manda os mais sinceros sentimentos aos amigos e familiares.

Grito Cultural Reggae


11° Grito Cultural Reggae

dia 27/05/2012

Convide seus amigos e venha fazer parte desse grande evento

Associação Cultural Reggae


A Associação Cultural Reggae foi fundada em 30 de março de 1999. É a primeira entidade de Reggae no Brasil, sem fins lucrativos, que desenvolveu um programa de realização de eventos gratuitos ligados ao Reggae, para a comunidade carente.

Sua principal preocupação é difundir a cultura que envolve o reggae para todas as classes sociais, apresentando novos talentos dessa tendência musical, bem como proporcionar ao poder público, essa vertente de música como cultura.

Priorizando o atendimento as crianças, adolescentes e idosos, tendo como finalidade assisti-los socialmente, no lazer, na educação ambiental e cultural. Opta por investir no trabalho comunitário que se fundamenta na busca da melhoria da qualidade de vida para o correto desenvolvimento e equilíbrio psíquico social, aspectos na maioria das vezes, menosprezados no âmbito familiar por razões socioeconômicas, vigentes nas camadas mais desassistidas da população.

Por se tratar da única Associação Cultural Reggae no Brasil, procura mostrar aos jovens e adolescentes, através do gênero musical Reggae de Bob Marley, atitudes que falam de amor, paz e igualdade sem perder de vista, em nenhum momento, a justiça social.

A Associação Cultural Reggae é a primeira entidade de Reggae, no Brasil, sem fins lucrativos, que desenvolveu um programa de realização de eventos gratuitos ligados ao Reggae, para a comunidade carente.

Sua principal preocupação é difundir a cultura que envolve o reggae para as crianças e adolescentes de todas as classes sociais, apresentando novos talentos dessa tendência musical, bem como proporcionando ao poder público essa vertente de música como cultura.

Por se tratar da única Associação do gênero no Brasil, procuramos mostrar aos jovens e adolescentes através do gênero musical “Reggae” de Bob Marley, atitudes que falam de saúde, amor, paz e igualdade sem perder de vista em nenhum momento a justiça social.

Com o crescimento da entidade e a realização destes grandes eventos, como o Grito de Carnaval Reggae, no dia 15 de fevereiro de 2004 a Praça Charles Muller no Pacaembu, foi palco do evento que reuniu cerca de 80 mil pessoas,segundo a policia militar e no dia 28 de Janeiro de 2007 na Av. Jacu Pêssego em Itaquera Zona Leste da Cidade de São Paulo, trouxe ao palco a banda MIDNITE direto do Caribe, que movimentou um público de mais de 50.00 mil pessoas, resultou a oficialização do evento que faz parte do Calendário Oficial de eventos da Cidade de São Paulo. Ref: Lei nª 14.554 de 23 de Outubro de 2007, cujo artigo 1ª institui, no âmbito do Município de São Paulo, o Dia do Grito de Carnaval Reggae, a ser comemorado, anualmente, no dia 6 de fevereiro.

Este ano o evento esta em uma nova formatação como Grito Cultural Reggae, com a preocupação de mostrar esta cultura.

No ano de 2000 a Associação Cultual Reggae, começou as primeiras aulas, por conta própria com professores voluntários, iniciativa que trouxe muita experiência , e o contato com os jovens da periferia, falando a sua linguagem no que realmente gostariam de aprender. Aula de percussão, Balê, capoeira, palestra, inglês.

Está no programa de alimentação e nutrição “VIVA LEITE”,da Secretaria de Agricultura e Abastecimento

Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios, onde presta atendimento a 100 famílias carentes com crianças com 6 mês a 6 anos de idade, distribuindo gratuitamente 15 mil litros de leite mensalmente.

Atua também na área social oferecendo aos jovens informações gerais, palestras, acervos de vídeos e livros para pesquisa.

Participou do curso Línguas: Inglês Básica para Hotéis e restaurantes, com duração de (70) horas durante o período de 12/02 a 06/03/2001. Instituto Paulista de Ensino e Cultura – IPEC.

Participou no ano de 2008 com parceria da Secretaria de Participação e Parceria – Prefeitura de São Paulo. O Programa Oficio Social, tem como finalidade fomentar a diversidade de atividades além de suprir necessidades dos usuários das organizações sociais com vistas á melhoria na qualidade de vida das comunidades, a promoção de conhecimentos diversificados e a ampliação do Universo sócio-cultural dos usuários dos diversos territórios do município de São Paulo.

Fundada em 30 de março de 1999, surgiu da iniciativa do Produtor de evento e organizador, conhecido como Alfredo Rasta, que desde 1994, realiza shows de rua gratuitos visando estimular a comunidade a refletir e conhecer as verdadeiras mensagens trazidas nas canções jamaicanas, além de divulgar e fortalecer os trabalhos das bandas que representam o reggae.

Vem de encontro ao anseio de uma grande responsabilidade de informação para a população, o reggae está presente no Brasil há muito tempo, mas se desenvolveu de forma diferenciada em cada região, situação essa que se reflete hoje na forma como ele é compreendido e aceito no pais, no entanto considerando que existem muitas definições e conceitos variados sobre o reggae, a presente monografia tem a pretensão de abranger todos os seus aspectos preencher as lacunas teóricas que o tema desperta. Sabendo que a televisão é um grande veiculo de persuasão social e construção do senso coletivo, pretende-se inseri-la no contexto da argumentação do presente trabalho, como aliada no processo de mobilização social. Acredita-se que com uma linguagem mais aprofundada, esse gênero aborda os assuntos com mais clareza, permitindo aos telespectadores uma maior compreensão do Reggae, trabalhando a cultura e a arte como instrumento de transformação social, que a atividade artística vá além do entretenimento, onde as pessoas possam transformar velhas estruturas de poder, aprender sobre outras culturas.

Tem como objetivo:Desmistificar conceitos sobre o reggae por meio de palestras, shows e workshops, com o objetivo de orientar de desmistificar os preconceitos existentes com relação ao Reggae, e principalmente mostrar a sociedade que o movimento, em sua essência, não incentiva o uso de drogas, pelo contrário, procura conscientizar os jovens para a mudança desta visão.

Tem procurado a oferecer a população da Zona Leste e demais regiões, alternativas de lazer que permitem ao maior numero possível de pessoas compreender a amplitude da cultura Rastafari, que tem uma ligação com a natureza e respeito ao próximo.

“Acreditamos Sempre que a música é um dos melhores meios de comunicações para atingir o ser humano”
© 2012 Associação Cultural Reggae - Venha fazer parte!

ENCONTRO DAS TRIBOS - 7 ANOS


Expresso Brasil

FESTA DE 7 ANOS - DO PROGRAMA ENCONTRO DAS TRIBOS com
MATO SECO - VENTANIA - TRIBO DE JAH
LEÕES DE ISRAEL - DAVID HINDS - SOLANO JACOB
FEIJÃO E KURTI SOUL- BANDA DAMATA -
USINA REGGAE - EXPRESSÃO REGUEIRA - NETO TRINDADE

24/03 (Sábado)
Av. Aricanduva, 11522 São Mateus
Fone: 2724-2000

Hoje Bob Marley completaria 67 anos, confira a matéria especial sobre o rei do reggae.

Hoje Bob Marley completaria 67 anos, confira a matéria especial sobre o rei do reggae.

Há 67 anos nascia o maior artista do terceiro mundo, Bob Marley, que com o título de rei do reggae figura entre os maiores mega stars da história da música. E não poderia ser diferente, pois, podemos dizer que ele foi o responsável não só por popularizar o reggae em todos os continentes mas também colocar a Jamaica no mapa. É claro que já havia toda uma cena em torno da música jamaicana que fazia sucesso principalmente entre os ingleses, mas de fato foi Bob Marley quem potencializou tudo isso no nível do mainstream.


Além da música... 
Sua trajetória é realmente diferenciada, tamanho respeito em seu país o tornou influente no meio social e político, inclusive promovendo o “One Love Peace Concert”, quando fez com que o Primeiro-Ministro Michael Manley e o líder da oposição Edward Seaga dessem as mãos em palco, foi então convidado para ir à sede das Nações Unidas, em Nova York, para receber a Medalha da Paz. Seu envolvimento com a política inclusive o fez sofrer um atentado contra sua vida, quando homens invadiram sua casa atirando contra ele, Rita Marley e o empresário Don Taylor.
Em abril de 1980, o grupo foi convidado oficialmente pelo governo do recém libertado Zimbábue para tocar na cerimônia de independência da nova nação. Essa foi a maior honra oferecida à banda e demonstrou claramente a sua importância no Terceiro Mundo.


O início na música
 Bob Marley deu os primeiros passos na música ao lado de seu amigo Bunny, com quem começou a tocar latas e guitarras improvisadas em casa. O som que os dois garotos faziam era influênciado pelas emissoras do sul dos Estados Unidos que conseguiam captar nos seus rádios e que tocavam músicas de artistas como Ray Charles, Curtis Mayfield, Brook Benton e Fats Domino, além de grupos como The Drifters que tinham muita popularidade na Jamaica. Então eles passaram a serem ajudados por Joe Higgs, que apesar de já possuir uma certa fama na ilha ainda morava em Trenchtown e dava aulas de canto para iniciantes. Numa dessas aulas Bob e Bunny conheceram Peter McIntosh.

Em 1962 Bob Marley foi escutado por um empresário musical chamado Leslie Kong que, impressionado, o levou a um estúdio para gravar algumas músicas. A primeira delas “Judge Not” logo foi lançada pelo selo Beverley’s. No ano seguinte Bob decidiu que o melhor caminho para alcançar o sucesso era em um grupo, chamando para isso Bunny e Peter para formar os "Wailing Wailers". O novo grupo ganhou a simpatia do percussionista rastafari Alvin Patterson, que os apresentou ao produtor Clement Dodd. Na metade de 1963 Dodd ouviu os Wailing Wailers e resolveu investir no grupo. O ritmo da moda na Jamaica então era o Ska que, com uma batida marcada e dançante, misturava elementos africanos com o rhythm & blues de New Orleans e que tinha Clement “Sir Coxsone” Dodd como um dos seus mais famosos divulgadores. Os Wailing Wailers lançaram o seu primeiro single, “Simmer Down”, atarvés da Downbeat de  Coxsone no fim de 1963 e em janeiro a música já era a mais tocada na Jamaica, permanecendo nessa posição durante dois meses. O grupo então era formado por Bob, Bunny, Peter, Junior Braithwaite e dois backing vocals, Beverly Kelso e Cherry Smith.


The Wailers 
Em meados de 1966 o envolvimento de Marley com a crença Rastafari  também estava crescendo e, a partir de 67, sua música começou a se refletir nisso. Os hinos dos Rude Boys deram lugar a uma crescente dedicação às canções espirituais e sociais que se tornaram a pedra fundamental do seu real legado, foi então que surgiu oficialmente os "The Wailers".

Rita também começava sua carreira como cantora com um grande sucesso chamado “Pied Piper”, um cover de uma canção pop inglesa. A música jamaicana, entretanto, havia mudado. A frenética batida do Ska deu lugar a um ritmo mais lento e sensual chamado Rock Steady. A nova crença Rastafari dos Wailers os colocou em conflito com Coxsone Dodd e, determinados a controlar seu próprio destino, os fez criar um novo selo, o Wail’N’Soul. Mas, apesar de alguns sucessos, os negócios dos Wailers não melhoraram muito e o selo faliu no fim de 1967. O grupo sobreviveu, entretanto, inicialmente como compositores de uma companhia associada ao cantor americano Johnny Nash que, na década seguinte, teria um grande sucesso com “Stir It Up”, de Bob.

Os Wailers então conheceram um homem que revolucionaria o seu trabalho: Lee Perry, cujo gênio produtivo havia transformado as técnicas de gravação em estúdio em arte. A associação Perry / Wailers resultou em algumas das melhores gravações da banda. Músicas como “Soul Rebel”, “Duppy Conqueror”, “400 Years” e “Small Axe” são clássicos e concerteza definiram a futura direção do reggae. Em 1970, Aston 'Family Man' Barrett e seu irmão Carlton (baixo e bateria, respectivamente) uniram-se aos Wailers. Eles eram a base da banda de estúdio de Perry e haviam participado em várias gravações do grupo. Os irmãos eram conhecidos como a melhor seção rítmica da Jamaica, status que continuariam pela década seguinte. Os Wailers eram então reconhecidos como grande sucesso na ilha, mas internacionalmente continuavam desconhecidos.


Da Jamaica para o mundo 
No verão de 1971 Bob aceitou o convite de Johnny Nash para acompanhá-lo à Suécia, ocasião em que assinou contrato com a CBS, que era também a editora do americano. Na primavera de 72 todos os Wailers já estavam na Inglaterra, promovendo o single “Reggae on Broadway”, mas sem alcançar bom resultado. Como última tentativa Bob entrou nos estúdios da Island Records, que havia sido a primeira a dar atenção ao crescimento da música jamaicana, e pediu para falar com o seu fundador, Chris Blackwell. Blackwell conhecia a fama dos Wailers e o grupo estava fazendo uma proposta irrecusável. Eles estavam adiantando 4 mil libras para gravar um álbum e para que, pela primeira vez, uma banda de reggae tivesse acesso as mais avançadas técnicas de gravação e fosse tratada como eram as bandas de rock da época. Antes dessa proposta as editoras achavam que um grupo de reggae só vendia em singles ou compilações com várias bandas.

Com o primeiro álbum dos Wailers, "Catch A Fire" era o começo de um longo caminho à fama e ao reconhecimento internacional. Embora "Catch A Fire" não tenha sido um hit instantâneo, o álbum teve um grande impacto na imprensa. 
 Em 73 o grupo também lançou o seu segundo álbum pela Island, "Burnin", um LP que incluía novas versões de algumas das suas mais velhas músicas, como: “Duppy Conqueror”, “Small Axe” e “Put It On”, junto com faixas como “Get Up, Stand Up” e “I Shot The Sheriff” (que no ano seguinte se tornaria um enorme sucesso mundial na voz de Eric Clapton, alcançando o primeiro lugar na lista dos singles mais vendidos nos Estados Unidos).


Bob Marley & The Wailers 
 No início do próximo ano, entretanto, Bunny e Peter deixariam definitivamente o grupo para embarcar em carreiras solo enquanto a banda começava a ser conhecida por Bob Marley & The Wailers. “Natty Dread” foi lançado em Fevereiro de 75 e logo a banda estava novamente na estrada. A composição harmônica perdida com a saída de Bunny e Peter havia sido substituída pelas I-Threes, um trio feminino composto pela esposa de Bob, Rita, além de Marcia Griffiths e Judy Mowatt.

Com o sucesso mundial  então embarcaram na sua maior turnê européia, quebrando recordes de público pelo continente. A agenda incluía um show para 100 mil pessoas em Milão, o maior da história da banda. Bob Marley & The Wailers eram a maior banda na estrada naquele ano e “Uprising” estava em todas as paradas da Europa. Era um período de máximo otimismo e havia planos para uma turnê na América na companhia de Stevie Wonder no final do ano.


Os últimos momentos
No fim da turnê européia Marley e a banda foram para os Estados Unidos. Bob fez dois shows no Madison Square Garden, mas logo após caiu sériamente doente. Três anos antes, em Londres, havia ferido o dedo do pé jogando futebol. O ferimento  tornou-se cancerigeno e, apesar de ter sido tratado em Miami, continuou a progredir. Em 1980, o câncer, na sua forma mais viral, começou a espalhar-se pelo corpo de Bob. Ele controlou a doença por oito meses, fazendo tratamento na clínica do Dr. Joseph Issels, na Bavária. O tratamento de Issels era controverso por usar apenas remédios naturais e não tóxicos e, por algum tempo, pareceu estabilizar a condição de Bob. Entretanto, repentinamente a luta começou a ficar mais difícil. No começo de maio ele deixou a Alemanha para voltar à Jamaica, mas não completou a viagem.

Bob Marley morreu num hospital de Miami na segunda-feira, 11 de maio de 1981. No mês anterior, Marley havia sido agraciado com a Ordem do Mérito da Jamaica, a terceira maior honra da nação, em reconhecimento à sua inestimável contribuição à cultura do país. Na quinta-feira, 21 de Maio de 1981, o Honorável Robert Nesta Marley O. M. recebeu um funeral oficial do povo da Jamaica. Após o funeral - assistido tanto pelo Primeiro-Ministro como pelo líder da oposição - o corpo de Marley foi levado à sua terra natal, Nine Mile, no norte da ilha.


Família Marley continua
O legado de Bob Marley continua pelo mundo todo, em cada banda de reggae que se forma, entre tantos artistos de diversos gêneros musicais que o homenageiam, além da sua música ser extremamente contemporânea e o reflexo disso são tantos jovens que 30 anos após sua morte ainda idolatram suas canções e pensamentos imortalizados.

No clã dos Marley's o ritmo não para e tem nos filhos Damian, Ziggy, Stephen, Julian e Kimany os encarregados de continuar a história entre a família e a música.

Créditos à Reggae Enciclopédia.
Texto adaptado por: Augusto Freire
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Winston Riley e Errol Scorcher

Duas baixas para o Reggae Mundial! Produtor e Deejay Jamaicanos Morrem no mesmo dia!

Winston Riley




Mais uma notícia triste para o reggae neste início de ano. Faleceu no dia 19/01/2012 o renomado produtor e compositor Winston Riley, dono do selo Techniques. Um dos produtores de maior sucesso da indústria, Winston Riley nasceu em 1946 em Kingston, na Jamaica. Riley começou como cantor em 1962, aos 16 anos de idade, quando formou o grupo The Techniques ao lado de Slim Smith. Nos anos seguintes, o grupo emplacou dois grandes hits na Jamaica com as faixas "Queen Majesty" e "You Don’t Care".

Porém, em 1968, Riley deixou o grupo e fundou o selo Techniques, e em pouco tempo ele se tornou um dos mais bem sucedidos Produtores jamaicanos. Entre os principais trabalhos como produtor, podemos destacar o LP "The Slackest", do deejay General Echo,lançado em 1979. Winston Riley também produziu inúmeros artistas de peso como Boris Gardiner, Alton e Hortense Ellis, Johnny Osbourne, Sister Nancy, Lone Ranger, Frankie Paul, Madoo, Buju Banton, Cutty Ranks, entre outros.

Após sofrer uma série de ataques, Winston Riley estava em coma desde o início de novembro do ano passado, quando foi atingido por um tiro na cabeça. O produtor acabou não resistindo e faleceu ontem (19/01), em um hospital de Kingston, aos 65 anos de idade.

Errol Scorcher





Quem também faleceu ontem (dia 19/01) foi o veterano deejay Errol Scorcher. Nascido Errol Archer, em Saint Catherine na Jamaica, no ano de 1956, ele ficou conhecido pelo hit "Roach In A De Corner", de 1979. Errol Scorcher trabalhou como deejay em diversos sound systems na década de 70, e lançou ao todo 4 álbuns e inúmeros singles, a maioria deles entre 1978 e 1983. Ele também lançou o próprio selo Scorcher, onde produziu seus próprios trabalhos e também outros artistas como Tony Tuff. Errol Scorcher tinha 56 anos de idade.


Fonte : Equipe Surforeggae

Morre King Stitt

O Adeus ao lendário jamaicano King Stitt, um dos pioneiros dos Sound Systems!


King Stitt, uma das maiores lendas da música jamaicana, um dos DJs pioneiros da época, começou sua carreira em 1956 no Sir Coxsone Downbeat Sound System (de Coxsone Dodd, também já falecido). Stitt foi um dos primeiros a gravar como DJ, rimando e improvisando sobre as bases das músicas, dando origem ao dito primeiro Rap da história.

O senhor de 71 anos, faleceu por causas ainda não informadas no dia 08/01/2012. A lenda esteve no Brasil em outubro de 2011 onde se apresentou na Festa Jamboree, que faz um ótimo trabalho ao trazer diversas lendas da fundação da música jamaicana, muitas infelizmente pouco conhecidas do grande público.
Fonte: Surforeggae

Esse Eu Recomendo


Bob Marley - Music Icons


Diferente de alguns livros que já Li, esse fala de bastidores de shows, ensaios e gravações: Cada título contém uma seleção de aproximadamente 150 fotos, cartazes coloridos e capas de discos algumas delas fotos raras de shows e fotos inéditas para mim até ver o livro, que vem escrito em 3 idiomas, inglês, espanhol e português, um livro recomendadíssimo para os amantes do reggae e principalmente para os críticos conhecerem um pouco mais desse extraordinário artista da música.

Unlike some books I've read, that speaks of scenes of concerts, rehearsals and recordings: Each title contains a selection of about 150 photos, colorful posters and record covers some rare photos of shows and unpublished photos for me to see the book , which is written in three languages, English, Spanish and Portuguese, a book highly recommended for reggae lovers and especially for critics know a little more of this extraordinary artist's music.


                                                                                                             Silvânio Farias

Morre Leonard Dillon


Pioneiro do reggae Leonardo Dillon morre na Jamaica

O líder da banda pioneira do reggae The Ethiopians morreu na Jamaica. Leonard Dillon tinha 68 anos.
Patrice Dillon, filha do músico, disse que o pai morreu na quarta-feira (28) em sua casa vítima de um câncer de pulmão e próstata.
Ela disse que Dillon foi diagnosticado com câncer em junho, e no início do ano retirou um tumor no cérebro.
Leonardo Dillon começou sua carreira nos palcos usando o nome de Jack Sparrow, no início dos anos 60. Ele gravou uma série de músicas de ska, incluindo “Bull Whip”, que tinha um jovem Bob Marley como backing vocal.
Dillon formou mais tarde o The Ethiopians, um trio cujos hits mais famosos são “Train to Skaville” e “Everything Crash”.
Dillon deixou sete filhos.

Fonte: UOL

Loja Johnny B. Good comemora 25 anos com Show de Max Romeo


A famigerada Loja Johnny B. Good comemora 25 anos de existência numa festa a ser realizada no próximo dia 22 de outubro em São Paulo. Nessa comemoração que será a primeira de uma série de eventos vindouros, o convidado especial será um dos maiores nomes jamaicanos de todos os tempos - Max Romeo.

A loja no centro de São Paulo virou parada obrigatória para todas as bandas nacionais em início de carreira e também para os artistas internacionais de passagem pela cidade. Infelizmente todos ficaram longe do carisma, alegria e sorriso contagiante do João Carlos (Johnny) nesse ano de 2011, tendo ele sucumbido ao câncer que lutava por algum anos. Atualmente a loja é administrada por integrantes da Leões de Israel, banda que Johnny empresariava.

Será um dia para ficar na memória de todo regueiro. Max Romeo fará um show especial para essa celebração, passando por todas as fases de sua carreira, desde o Ska, Rocksteady, até chegar nas músicas que fazem sucesso até hoje, como "War ina Babylon", "Chase the Devil", dentre outras.

A banda Leões de Israel, como não poderia deixar de ser é a outra atração da noite, e estará comemorando 11 anos de carreira, com uma participação mais do que especial. Solano Jacob, que foi o primeiro vocalista da banda e agora está em carreira solo, irá cantar músicas como "Filhos Rebeldes" e "Me Gwaan", faixa última que ficou conhecida na Jamaica após a apresentação do grupo no Festival Rebel Salute.

Durante toda a noite, a discotecagem ficará por conta da Jurassic Sound System que toca 100% das músicas direto do Vinil. Clássicos do reggae serão tocados por esse projeto que roda toda a América do Sul em apresentações sempre muito animadas.

Para comemorar e documentar a celebração, será gravado um DVD do evento, portanto corra pois os ingressos são limitados à capacidade do local.


    •  LOCAL: VIA MARQUES - WWW.VIAMARQUES.COM.BR
    •  END: AV. MARQUES DE SÃO VICENTE, 1589 - BARRA FUNDA - SP
    •  PREÇOS: 1º Lote: R$30,00
    •  HORÁRIO: 22:00
    •  INGRESSOS A VENDA: LOJA JOHNNY B GOOD

A Ilha Jamaicana


 Saiba um Pouco sobre a Jamaica

Dentre muitos, um povo
"Ainda existem lugares no mundo onde os bem-vindos excessos da natureza ainda não conheceram os indesejáveis excessos da indústria do turismo."

Fique sabendo um pouco mais sobre essa fascinante ilha no mar do Caribe que atrai milhões de turistas todos os anos...

 
História

A Jamaica é uma das ilhas mais famosas do Caribe e parte das Grandes Antilhas.
É um dos mais populosa e maior das ilhas do Caribe também.
É um membro da Commonwealth e ainda alcançou a independência do Reino Unido.
A Rainha Elizabeth II continua a ser a sua figura cerimonial.
A Jamaica é um país insular situado no Oceano Atlântico, a sul de Cuba.
A Jamaica foi uma colônia britânica de 1655 até 1962, quando se tornou um país independente.

Arawaks da América do Sul tinham se estabeleceram na Jamaica antes da primeira chegada de Cristóvão Colombo à ilha, em 1494.
Durante a ocupação espanhola da ilha, a partir de 1510, os Arawaks foram exterminados por doença, guerra, escravidão e a Espanha trouxe os primeiros escravos africanos para a Jamaica em 1517.
Em 1655, as forças britânicas tomaram a ilha, e em 1670, a Grã-Bretanha ganhou a posse formal.
Açúcar e escravidão fez da Jamaica um dos bens mais valiosos do mundo por mais de 150 anos.
O Parlamento britânico aboliu a escravidão em 1 de agosto de 1834.
Depois de um longo período de domínio colonial britânico direto, a Jamaica ganhou um grau de controle político local no final de 1930, e realizou sua primeira eleição sob sufrágio universal integral em 1944.
A Jamaica juntou nove outros territórios britânicos da Federação das Índias Ocidentais em 1958, mas desistiu depois que os eleitores jamaicanos rejeitaram a adesão em 1961.
A Jamaica ganhou a independência em 1962, mantendo-se um membro da Commonwealth.
Historicamente, a emigração jamaicano tem sido pesado. Desde a emigração o Reino Unido fez restrição em 1967 e o maior fluxo foi para os Estados Unidos e Canadá.
Cerca de 20.000 jamaicanos imigram para os Estados Unidos a cada ano, outros 200.000 visitam anualmente.
Nova York, Miami, Chicago, Hartford estão entre as cidades norte-americanas com uma população jamaicana significativa.
 

Independência da Jamaica

Ao se tornar um membro da Federação das Índias Ocidentais, a Jamaica foi capaz de ganhar lentamente a sua independência da Grã-Bretanha.
Quando saiu esta federação, em 1962, tornou-se totalmente independente. Isso provocou um boom econômico enorme para a história da Jamaica e de crescimento de 6% ao longo dos próximos dez anos após a sua independência.
Turismo e os investimentos tiveram um grande papel nesta reconversão econômica, mas certamente passou por uma grande mudança.
Desde os dias de escravidão até os dias atuais houve expansão da prosperidade nacional.
A história da Jamaica é certamente cheia de altos e baixos. Infelizmente, a prosperidade nacional fez pouco para ajudar os mais pobres dos habitantes da ilha, que ficaram na pobreza. Isso levou a mal-estar e um crescente sentimento de impaciência com o governo.
Este, por sua vez, causou problemas econômicos e a Jamaica recebeu assistência do governo dos EUA e do Fundo Monetário Internacional.
O turismo diminuiu como resultado desta e de uma empresa de de mineração da esquerda Jamaica.
Estes contribuíram para um aumento de tensão e uma queda de 25% na produção.
Embora diante de muitas dificuldades e obstáculos, a Jamaica demonstra ser um país muito resistente, com uma cultura rica e diversificada, "Fora de muitos, um só povo." A Jamaica continua a fazer contribuições importantes no mundo da música, entretenimento, e atletismo. 


Economia 

O país possui inúmeros atrativos para investidores, incluindo facilidades para repatriar o capital, a postergação do pagamento de impostos por vários anos, além da isenção de impostos e taxas para a importação de bens de capital destinados a empreendimentos aprovados.

A agricultura se baseia nas culturas comerciais herdadas do período colonial (principalmente cana-de-açúcar e banana), enquanto a produção de viveres é insuficiente. A principal atividade econômica continua sendo a extração de bauxita, exportada em estado bruto ou sob a forma de alumínio, além do turismo internacional, que favorece o equilíbrio do balanço de pagamentos. Contudo, com um crescimento demográfico bastante acentuado e com uma oferta de empregos muito inferior às necessidades da população, o país permanece fortemente endividado e sob a influencia preponderante dos EUA. Durante os anos 80, foram adotadas medidas econômicas austeras, em troca da ajuda do FMI. No entanto, a situação permanece desastrosa, com uma pesada dívida externa, desemprego (20%) e inflação elevados.

As culturas de exportação foram suplantadas por produções e subsistência: a cana-de-açúcar só ocupa 4% das terras cultivadas e o café 2%. A produção de bauxita, principal fonte de receitas, é pouco valorizada no mercado, devido à falta de energia elétrica. A Jamaica procura desenvolver o turismo (que assegura 25% do PIB), de modo a reduzir o crescente déficit de sua balança comercial.


Cultura
A cultura jamaicana é caracterizada pelo sincretismo resultante da mistura dos vários povos que habitam a ilha desde os primórdios de sua descoberta pelos espanhóis, no século XVII. Aos nativos aruaques (aruwak) juntaram-se os latinos espanhóis, os negros africanos, os ingleses, que dominaram a ilha posteriormente além imigrantes que para lá se transferiram após a extinção do regime escravista. Destes, os imigrantes hindus são os mais notáveis pela influência que exerceram sobre vários aspectos do comportamento local, em especial, no âmbito da religião. Isto porque as coisas que dizem respeito à religiosidade despertam profundo interesse naquela comunidade, essencialmente mística apesar de oficialmente ser majoritariamente anglicana.

O anglicanismo da ilha não pôde evitar a miscigenação das idéias e a teologia do jamaicano médio abriga tradições variadas que vão do cristianismo aos rituais tradicionais africanos, como o Vodoo, por exemplo. O país é berço do Rastafarianismo e da Reggae-music, duas expressões de subjetividade identitária que são intimamente ligadas. A religião rastafari representa uma reação original local contra os padrões de espiritualidade impostos pela religião européia. A população negra jamaicana é descendente de levas de escravos que foram aprisionados em diferentes regiões da África, mas sobretudo, a maioria pertencia a culturas refinadas do norte do continente que floresceram em países como Sudão, Somália e Etiópia. Nestas regiões, as populações negras do século XVII, há muitas gerações tinham contato com crenças variadas. As mais importantes eram: judaísmo, islamismo e cristianismo ortodoxo. Estes povos negros falavam línguas "exóticas" como o árabe e o aramaico, além das africana ioruba e kwa, entre outras.

Estas diferentes linhas de pensamento aparecem nas Congregações rastafari que se inclinam mais ou menos para o Cristianismo Ortodoxo, adotam mandamentos do Antigo Testamento (judaico) e costumes evidentemente islâmicos e também hindus. Os dread ou tranças-mechas dos rastafaris são idênticos aos cabelos dos saddhus da Índia bem como a idéia do uso da marijuana com finalidades rituais. Algumas congregações prescrevem conduta e indumentária femininas de inspiração muçulmana e as "liturgias" ou encontros místicos, incluem performances com tambores que resgatam ritmos africanos. O uso dos tambores em ofícios religiosos chegou a ser adotado por Igrejas Cristãs Jamaicanas de orientação Ortodoxa. Essa percussão está na raiz da criação do gênero de música denominado reggae-raiz, que combina a cadência hipnótica dos tambores com harmonias simples e arranjos que utilizam guitarras e outros instrumentos com sonoridades do blues e do rock norte americano.

Além da música e da religião, a cena cultural da Jamaica se completa com a coexistência harmônica de produtos industriais com artesanais. Roupas e acessórios coloridos e objetos de arte em madeira são combinados com o plástico e o alumínio da pós-modernidade.
 


Turismo 

A Jamaica pode ser visitada o ano todo, com as sempre recomendadas orações durante  os meses de agosto, setembro e outubro, período propício aos furacões. Muita gente chega no início de agosto, quando acontecem os grandes festivais de reggae, como o SumFest e o Sunsplash, com programações que duram até uma semana.

O reggae é um capítulo a parte. Um ritmo musical conhecido mundialmente uma síntese rítmica e melódica admirável, que sempre procurou mostrar ainda mais brilho nos poemas simples e bem cantados. Uma mistura de idéias libertárias e cenas de romance, picardia de rua com rasgos empolgados de adoração religiosa. A partir de 72, a música desses rapazes de cabelo grande começou a ganhar o mundo. E a Jamaica, que quase ninguém sabia onde ficava. virou vedete no mapa-múndi. Já faz muito tempo, o turismo é a segunda maior fonte de riquezas do país, atrás apenas da bauxita. Os cabeludos jamaicanos, outrora um problema para os agentes de turismo, hoje são cartão-postal.

Alugar um carro pode ser ótimo. Ou um inferno, conforme sua afeição à idéia de dirigir na contramão. Dá para contar com as minivans para circular pela ilha, mas é bom escolher as mais novinhas, perguntando antes ao motorista quantas pessoas ele pretende colocar na perua durante a jornada. Os táxis também fazem viagens de cidade para cidade, por valores a serem calma e cuidadosamente combinados antes de começar a jornada. As compras giram em torno das camisetas, especialmente as inspiradas no reggae e em Bob Marley.

Em feiras de artesanato, como as de Montego Bay e Ocho Rios, há pinturas, esculturas em madeira e roupas bem originais, tudo bem em conta para quem sabe pechinchar. Não se esqueça de uma garrafa de licor Tia Maria e, claro, um pouco do café das Blue Mountains.

A moeda nacional é o dólar jamaicano. As verdinhas americanas, no entanto, são galhardamente aceitas em todo canto, mesmo quando as contas vêm em dólares jamaicanos. Mantenha sempre fácil o nome e o endereço do hotel onde você vai ficar, evitando perder tempo na chegada ao aeroporto. Para dirigir, basta ter sua Carteira de Habilitação em dia e o passaporte na mão ­ além de algum sangue-frio. 


Informações para turista

Vistos

Turismo até 30 dias

Brasileiros não precisam de visto para viagens por período inferior a 30 dias. Para períodos superiores que 30 dias, é necessário a emissão de visto pelo período máximo de 90 dias.

Para turismo superior a 30 dias ou negócios é necessário:

Agendar um horário no Consulado. Se for um grupo ou casal pode comparecer pessoalmente apenas uma das pessoas, desde que traga a documentação completa dos demais.

1. O passaporte original com prazo de validade mínimo de 6 meses.

2. Documento comprovando o motivo da viagem. Para viagem de negócios deve ser apresentada uma carta em papel timbrado da empresa, explicando o motivo da viagem. Para viagem de turismo pode ser apresentado o comprovante de reserva do hotel ou o comprovante de pagamento do pacote turístico.

3. Valor de US$60,00 (sessenta dólares americanos) referente a taxa do visto para brasileiros. O valor da taxa consular varia de acordo com a nacionalidade do solicitante.

 

Consulado Honorário da Jamaica

O atendimento consular é feito exclusivamente na sede do Rio de Janeiro. Para maiores informações, utilize um dos canais de comunicação abaixo:

Rio de Janeiro
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Tel.: +55 21 2122-8464
Fax: +55 21 2253-4382

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Horário de atendimento:
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Jurisdição consular:
Minas Gerais, Paraná,
Rio de Janeiro e São Paulo. 


Site:  Consulado Honorário da Jamaica

Fonte: Consulado Honorário da Jamaica / Revista Turismo