Ponto de Equilíbrio comemora 10 anos de reggae raiz, com show e CD
Há dez anos na estrada, a banda de reggae Ponto de Equilíbrio tem muito o que comemorar. Os cariocas que começaram a tocar juntos em Vila Isabel, onde eram vizinhos, lançam em abril o terceiro CD, “Dia após dia lutando”, com participações especiais de Marcelo D2, Jorge do Peixe (do Nação Zumbi), do jamaicano Don Carlos e da banda jamaicana The Congos. Independente, o disco sai pelo selo Kilimanjaro, criado pela banda em 2008.
No show que farão amanhã, às 23h, na Fundição Progresso — durante a 8a edição do festival Fundição Brasil Jamaica — o grupo tocará pelo menos duas faixas do novo álbum. Uma delas é “Hipócritas”, de autoria do baterista Lucas Kastrup. Após a apresentação da Ponto de Equilíbrio, será a vez dos californianos da Groundation.
— Somos bem raiz. Nossa maior influência é o reggae jamaicano dos anos 70, que tem ênfase no groove — explica o guitarrista Ras André. — O novo disco está com uma pegada bem atual, mas mantém a atmosfera setentista.
Além do reggae, a banda de Vila Isabel tem influência de afrobeat, maracatu, funk estilo James Brown, rock psicodélico, jazz e samba. Prova disso é que transformaram em reggae o samba “Janela da favela”, de Gracia do Salgueiro, pai de Marcelo Campos, percussionista do grupo.
No show que farão amanhã, às 23h, na Fundição Progresso — durante a 8a edição do festival Fundição Brasil Jamaica — o grupo tocará pelo menos duas faixas do novo álbum. Uma delas é “Hipócritas”, de autoria do baterista Lucas Kastrup. Após a apresentação da Ponto de Equilíbrio, será a vez dos californianos da Groundation.
— Somos bem raiz. Nossa maior influência é o reggae jamaicano dos anos 70, que tem ênfase no groove — explica o guitarrista Ras André. — O novo disco está com uma pegada bem atual, mas mantém a atmosfera setentista.
Além do reggae, a banda de Vila Isabel tem influência de afrobeat, maracatu, funk estilo James Brown, rock psicodélico, jazz e samba. Prova disso é que transformaram em reggae o samba “Janela da favela”, de Gracia do Salgueiro, pai de Marcelo Campos, percussionista do grupo.
Clique abaixo para ver trecho da música "Hipócritas", interpretada pela banda, em estúdio.





Gracias meu bom amigo Silvanio :)
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