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28/11/2009

Esse Eu Recomendo


Jean Charles de Menezes


"Jean Charles de Menezes Brasileiro Executado Covardemente pela polícia Britânica"
Cressida Dick Foi o Policial que Comandou a operação que resultou na morte do brasileiro Jean Charles de Menezes, depois de executar Covardemente o Brasileiro é Promovido Vice-Comissária Polícia Metropolitana de Londres quarto cargo mais alto na hierarquia da corporação.
Isso é para vermos como somos tratados, Os caras fazem uma "cagada"
Tremenda e ainda é Promovido, E Depois de quatro anos ninguém foi condenado e dificilmente será, mas será se Fosse um Brasileiro que comete-se algum delito dentro da inglaterra não seria punido?

Essa é a Historia de preconceito da policia Inglesa, muitos podem dizer que confundiram "Jean Charles" com um Terrorista, mas eu vejo isso como um preconceito generalizado no qual os extrangeiros são submetidos a conviver em países como inglaterra e estados Unidos e muitos outros.

Em épocas onde imobilizar nosso inimigo não basta, é preciso aniquilá-lo, como se assim fôssemos ilusoriamente imunes aos males da vida, a lei do retorno, se faz presente em cada atitude impensada, infundada e impulsiva de violência, que a cada dia só faz aumentar as estatísticas de crimes, que poderiam ter sido evitados. “Jean Charles” vem para corroborar com a paranóia nossa de cada dia, além de expor sem meias palavras nosso desamparo no mundo. O caso de Jean Charles morto em 2005 equivocada-mente pela policia britânica no metrô, expõe o sonho de muitos imigrantes de obter sucesso, convertidos em valores financeiros, numa terra estrangeira, além de expor a fragilidade de sistemas públicos como o de segurança. O mundo está tão violento que primeiro se atira para depois se perguntar algo. No caso de Jean Charles brutalmente e covardemente assassinado, as palavras não lhe serviriam para nada. O filme de Henrique Goldman cumpre a função de retratar a vida do brasileiro comum que vai para o exterior a procura de melhorias financeiras, que dá um jeitinho brasileiro a tudo que encontra pela frente e que se vê indefeso e inseguro, diante de tanta adversidade e descaso alheio. O valor de R$ 60 mil reais que a família de Jean Charles recebeu logo após o corpo do filho retornar para a cidade natal de Gonzales em Minas Gerais parece pouco para estancar a dor da morte. Mas sempre me pergunto: a dor da perda pode ser comprada, suprida, ou mesmo abafada com algo material? As pessoas, os prejudicados com a morte alheia sempre esnobam os valores recebidos. Obviamente não há valores que pague a saudade, a falta e a necessidade do outro. Mas o que faz além de se calar? E sem falsos moralismos, porque não aceitar o dinheiro e prosseguir? Três anos após sua morte, nada foi efetivamente feito. Os policiais não foram condenados e o caso permanece sem esclarecimentos. O que poderia ser um resultado aceitável? Os policiais que atiraram apodrecerem na cadeia? Serem banidos de seu trabalho? Acho uma questão muito delicada, que o filme não se furta de sugerir, embora não fomente a discussão sobre. O filme também é sobre um cidadão comum, mediano, jovem, esperançoso, que na rotina do di-a-dia quer tirar proveito, se divertir, construir um futuro melhor. “Jean Charles” se apega muito mais na realidade dos imigrantes, para fazer um sutil retrato sobre os brasileiros que vivem longe de suas famílias, ou de sua terra. A complexidade de tal experiência é exposta na personagem da prima interpretada pela atriz Vanessa Jácomo que após a experiência com a morte do primo, não sabe mais caber em si mesma. Cai no mundo atrás de respostas para a grande questão que é: o que significa viver? O foco do filme e da cena final em tal personagem reforça essa leitura, que não deixa de ser uma opção sufocante, utópica. Como escapar de nos mesmos sem sair do lugar?


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Memorial na Estação Onde Jean Charles de Menezes Foi Assassinado












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